Médico condenado pela morte de Michael Jackson deixa a prisão após dois anos
O ex-médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, de 60 anos, deixou a prisão Central de Los Angeles nesta segunda-feira (28). Ele estava preso desde novembro de 2011 condenado por homicídio culposo pela morte do cantor em 2009. A sentença é de quatro anos, porém Conrad Murray recebeu uma redução da pena por boa conduta e cumpriu dois anos.
Na época da condenação, a justiça alegou que Murray administrou uma dose letal do anestésico propofon com objetivo de fazer com que Michael Jackson dormisse. A quantidade, segundo a corte, foi responsável pela morte de Jackson.
Murray disse em uma entrevista a um programa de televisão americano, após o fim do julgamento, que pretente recomeçar a vida. "Se Deus quiser, serei um modelo para mostrar ao mundo que, apesar das adversidades, quando as coisas ruins acontecem a pessoas boas, elas podem reiniciar suas vidas e ter sucesso".


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